Beatriz Myrrha narra contos e poemas dos povos tradicionais e de autores da América Latina. É uma apresentação repleta de força, delicadeza, humor, musicalidade e da diversidade tão presentes ao sul do Equador.
Beatriz Myrrha narra contos e poemas dos povos tradicionais e de autores da América Latina. É uma apresentação repleta de força, delicadeza, humor, musicalidade e da diversidade tão presentes ao sul do Equador.
Beatriz Myrrha narra contos e poemas dos povos tradicionais e de autores da América Latina. É uma apresentação repleta de força, delicadeza, humor, musicalidade e da diversidade tão presentes ao sul do Equador.
Esta contação de histórias se baseia no poema homônimo de Gabriela Mistral. A contadora de histórias Chica Reis apresenta pequenas histórias de mulheres fortes que influenciaram seu caminho artístico, profissional e sagrado. São mulheres que se afirmaram diante do mundo patriarcal e excludente. Ante diversas formas de violência, elas foram sol, terra e solo fértil para semear a vida e a alegria. As cantigas apresentadas fazem parte da tradição da diáspora negra.
Beatriz Myrrha narra contos e poemas dos povos tradicionais e de autores da América Latina. É uma apresentação repleta de força, delicadeza, humor, musicalidade e da diversidade tão presentes ao sul do Equador.
Esta contação de histórias se baseia no poema homônimo de Gabriela Mistral. A contadora de histórias Chica Reis apresenta pequenas histórias de mulheres fortes que influenciaram seu caminho artístico, profissional e sagrado. São mulheres que se afirmaram diante do mundo patriarcal e excludente. Ante diversas formas de violência, elas foram sol, terra e solo fértil para semear a vida e a alegria. As cantigas apresentadas fazem parte da tradição da diáspora negra.
Beatriz Myrrha narra contos e poemas dos povos tradicionais e de autores da América Latina. É uma apresentação repleta de força, delicadeza, humor, musicalidade e da diversidade tão presentes ao sul do Equador.
Esta contação de histórias se baseia no poema homônimo de Gabriela Mistral. A contadora de histórias Chica Reis apresenta pequenas histórias de mulheres fortes que influenciaram seu caminho artístico, profissional e sagrado. São mulheres que se afirmaram diante do mundo patriarcal e excludente. Ante diversas formas de violência, elas foram sol, terra e solo fértil para semear a vida e a alegria. As cantigas apresentadas fazem parte da tradição da diáspora negra.
“Lá no Fundo do Mato” é uma apresentação da Cia Canta Contos criada especialmente para as infâncias. Por meio da palavra, da música e do brincar, o público é convidado a viajar pelas histórias dos encantados da floresta, celebrando a natureza, os animais e os saberes tradicionais que nascem do chão do Brasil e se entrelaçam com as culturas originárias da América Latina. Repleto de ritmos populares, brincadeiras tradicionais e elementos da tradição oral, o repertório valoriza a cultura popular, despertando o encantamento e o respeito pela fauna, pela flora e pelas vozes ancestrais que habitam nossa memória e nosso imaginário. É um convite lúdico e poético para que as crianças se aventurem no fundo do mato e escutem o que a terra, o vento e os bichos têm a contar.
Um dos poemas mais conhecidos e traduzidos de Gabriela Mistral tem o título “O prazer de servir”. Os versos incitam à ação e à diligência em um mundo em que “servir” os outros parece tarefa menor. Nesse sentido, o que faz um editor ou uma editora? Mistral, em um de seus versos, encoraja mais ou menos assim: onde houver um trabalho que todos evitam, faça-o você! Plantar, cuidar, remover pedras do caminho... são trabalhos fáceis? A quem servem as pessoas que editam e publicam textos literários? Quais são nossas pedras no caminho? Ler, escrever e publicar devem ser encorajados em uma sociedade que lê aparentemente menos?
Nathan Matos | Editora Moinhos - Fortaleza
Carolina Fenati | Editora Chão da Feira/UFMG - BH
Davis Diniz | UFMG - BH
Mediação de Ana Elisa Ribeiro | CEFET-MG
A escritora chilena de origem palestina Lina Meruane conversa com a editora Maíra Nassif e com a tradutora Mariana Sanchez sobre os temas que atravessam seus livros Tornar-se Palestina (2ª edição, 2025) e Sinais de nós (2025), publicados pela Relicário. Exílio, poder, identidade, linguagem e o atual genocídio em Gaza serão os principais temas da conversa.
Lina Meruane | Chile
Mediação de Maíra Nassif | Relicário Edições - BH e
Mariana Sanchez | Curitiba
“Lá no Fundo do Mato” é uma apresentação da Cia Canta Contos criada especialmente para as infâncias. Por meio da palavra, da música e do brincar, o público é convidado a viajar pelas histórias dos encantados da floresta, celebrando a natureza, os animais e os saberes tradicionais que nascem do chão do Brasil e se entrelaçam com as culturas originárias da América Latina. Repleto de ritmos populares, brincadeiras tradicionais e elementos da tradição oral, o repertório valoriza a cultura popular, despertando o encantamento e o respeito pela fauna, pela flora e pelas vozes ancestrais que habitam nossa memória e nosso imaginário. É um convite lúdico e poético para que as crianças se aventurem no fundo do mato e escutem o que a terra, o vento e os bichos têm a contar.
Editar, traduzir, vender e ler o livro da literatura latino-americana em movimento são o tema desta mesa, na qual os ofícios de editor, tradutor, livreiro e leitor explicitam os elos de uma cadeia produtiva. O livro e a literatura latino-americana ontem e hoje serão abordados por quem vive entre livros e transita pelos trilhos da produção editorial e do campo expandido da literatura.
Sílvia Naschenveng | Editora Mundaréu - SP
Mariana Sanchez | Tradutora - Curitiba
Paulo Fernandes | Livraria do Belas - BH
Mediação de Elaine Martins | CEFET-MG
Após o golpe militar de 1973, a ditadura chilena tornou a figura da educadora, poeta e diplomata Gabriela Mistral sinônimo da vida intelectual e literária naquele país, construindo uma aura que mistura cristianismo, maternidade e espírito nacional. Seu rosto foi usado na nota de 5 mil pesos, a partir de 1981, coincidindo com a consolidação do neoliberalismo. A leitura de Mistral imposta pelo currículo escolar e pelos estudos da época concorreu para uma visão despolitizada de sua figura e obra. A autora, em vida, defendia a reforma agrária, o voto feminino, o antifascismo e a educação pública. No século XXI, vê-se um movimento de desconstrução disso, tanto na crítica quanto na recepção de seus textos, algo bastante evidente nos protestos de outubro de 2019, nos quais os manifestantes usavam o mesmo retrato impresso na cédula de 5 mil, agora para a reivindicação de direitos indígenas, aborto legal e por uma nova Constituição. A proposta desta mesa é debater a desapropriação da imagem de escritores para outras construções, tanto na literatura quanto em outras manifestações artísticas, como graffitis, lambes, performances, cinema e teatro.
Clarice Filgueiras | UFMG e Núcleo Escape - BH
Sara Rojo | UFMG e CNPq - BH
Mediação de Bernardo Serino (Livreiro Quixote - BH)